
Há marcas indeléveis na nossa vida.
A nossa terra natal, a terra onde nascemos e nos fazemos gente, é uma delas.
Transportá-la-emos dentro de nós com constrangimento ou orgulho, cortaremos essas raízes ou alimentá-las-emos, ficando ou voltando sempre.
Com uma história ancestral que se adivinha notável, ALVEGA tem um passado recente quase suicida.
Muitos partiram e continuam a partir. Alguns ficaram. Mas quase todos voltam e alimentam as raízes.
Terra de contradições saudáveis, em que o conformismo militante convive com o anseio de mudar e melhorar, em que o conservadorismo coabita com uma liberdade individual assumida… é o nosso pequeno microclima.
Em Alvega, o Tejo é protagonista. E as azenhas faziam parte da sua vida... da do rio e da da terra.
Por incúria prolongada, elas desapareceram. São apenas um símbolo do tanto que deixámos desaparecer.
A sua ausência no local onde antes existiram é motivo de vergonha. Mas é também um motivo para acordar, para concluir que ninguém fará por nós se nós não fizermos…. E lançar mãos à obra.
4 comentários:
força com o blog!
Olá!
Eu não sou de Alvega. Mas apoio-te com o blog ;) Assim é que é!!!
Vai em frente!
timcat
oi. Finalmente! Devo confessar que já há algum tempo que esperava que voltasses a escrever acerca da nossa "santa terrinha" - Alvega - dando as tuas opiniões (sempre sensatas) e chamando a atenção para que temos de bom, de mau e para o que é possível melhorar.
Prabéns!
p.s.: sei que vais desenvolver aqui um bom trabalho.
oi, de novo.
é só para comunicar que o "AlvegAdn" já tá linkado no "Orquídeas Garden".
Bjs
p.s.:já agora, passa por lá e deixa os teus comentários.
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