
Como todos os mitos que se prezam, trazia associadas muitas histórias. Falava-se em impossibilidades técnicas, em orçamentos astronómicos, o que se percebe dadas as especificidades da nossa terra no contexto nacional.
Os nossos esgotos corriam para as fossas sépticas. Nalguns casos, para o Tejo. Quando as fossas enchiam, requisitava-se o serviço do camião limpa-fossas, que podia vir num futuro próximo ou deixar a malta “apertadinha” numa interminável espera. O camião chegava e levava os dejectos não sabemos para onde. Como se quer com todos os resíduos.
Com a rede de esgotos, os nossos problemas vão ser automaticamente levados para longe. Existirá ou estará prevista uma ETAR – estação de tratamentos de águas residuais?
Bom, o que é certo é que o saneamento básico aí está, contra todas as expectativas ( ninguém acreditava já que viesse a ser real).
E depois… com a crise crónica e galopante que atravessamos… não vamos ficar com as estradas esburacadas, pois não?
Sem comentários:
Enviar um comentário